CARTA DE ALFORRIA

 

(João 8: 32)

Eu vivia acorrentado

Era escravo e não sabia

Mas Jesus me concedeu

Minha carta de alforria

 

É triste saber que existe

A corrente em fantasia

Que ilude e até encobre

Nossa carta de alforria

 

É triste ver na corrente

Tanta gente, noite e dia

Sendo livre, mas escravo

Tendo carta de alforria

 

A corrente é tão perfeita

Que some na Correria

Quem para, vê que precisa

De uma carta de alforria

 

Há quem só pense em dinheiro

Outros só em fantasia

E terminam por não ver

Cristo, carta de alforria

 

O viver é uma arte

Que requer sabedoria

Nascer de novo é preciso

Pra ter carta de alforria

 

Tem gente dificultando

E trocando por Maria

Quem na verdade assinou

Nossa carta de alforria

 

Jesus tem sido trocado

Por mito e filosofia

Que não prova que assinou

Nossa carta de alforria

 

Jesus Escreveu com Sangue

No momento que morria

Ressuscitando Assinou

Nossa carta de alforria

 

Nesses tempos de angústia

Quando mais o Amor esfria

É preciso ter a mão

Sua carta de alforria

 

É preciso se apressar

E apanhar enquanto é dia

Pois o prazo vai findar

Para a carta de alforria

 

Eu consegui alcançar

E largar, jamais, um dia

Nunca mais eu vou deixar

Jesus, carta de alforria!

ONIR FRANCISCO DAMAS

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